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Exposição: Fernanda FragateiroEnviado por: vítor - 05-02-2013 16:37 |
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O site-specific como prática da arqueologia do saber.
Fernanda Fragateiro “Pensar é Destruir”, na Ermida Nª Srª da Conceição, até 24 de Março.
Fernanda Fragateiro apresenta uma arqueologia do saber, devedora de Michel Foucault, na sua mais recente instalação, no ramo do site-specific, intitulada “Pensar é Destruir”. A prática arqueológica da cultura portuguesa e, no caso particular, da Ermida Nª Srª da Conceição com a cultura árabe, suas permanências e ecos na cultura portuguesa contemporânea. O mosaico de azulejos vidrados numa estrutura decorativa modular sobrepõem-se ao chão de pedra da Ermida Nª Srª da Conceição, um jogo de sobreposição que evidência a sobreposição de culturas ao longo da história como constituintes da cultura actual.
Vítor Hugo Leal
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| vandanuno: um avariador de máquinas desejantesEnviado por: vítor - 01-02-2013 23:28 |
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vandanuno: Um avariador de máquinas-desejantes
série “narrativas justapostas”
120 x 67,5 cm
vandanuno surge unido em multiplicidades de forças, de intensidades, de desejos, todas organizadas numa consistência determinada por pulsões artísticas. A força vital da vida é elemento fulcral potenciado nesta união. Encontramos em vandanuno uma unidade artística rizomática, uma confluência de forças em pulsões criativas de dois artistas que se concretizam numa inseparável identidade, como um artista. Vanda e Nuno são um múltiplo.
O pensamento intuitivo e reflexivo, a techné e a episteme, a arte e a vida estabelecem coordenadas múltiplas e variadas que se organizam num campo fértil de multidisciplinaridade criativa consistente que desafia e provoca a um nível multissensorial.
Um nome sem maiúscula, vandanuno, que denuncia a rejeição da supremacia das determinações exteriores, dos agenciamentos molares. Demonstra a capacidade de lidar com estes e torná-los instrumento artístico. É um laboratório artístico gerido por um epistemologista que afinal é artista, que aprendeu que para expressar o que deve ser dito é preciso criar arte. O campo pré-linguístico impõe-se no seu corpus de trabalho, pela actuação e pelo objecto de criação, num território nuclear, no plano da vida como plano de imanência.
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| vandanuno: the damager of desiring-machinesEnviado por: vítor - 01-02-2013 23:28 |
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vandanuno: the damager of desiring-machines
series “intimate”, “C”, 2011
sculpture/performance
275 x 125 x 160 cm In the contemporary art world vandanuno emerges as a unity of multiple forces, intensities and desires arranged in a consistency determined by artistic pulsions. The vital force of life itself is crucial in the potency of this union. There for we find vandanuno as a rizomatic artistic unity, a confluence of forces in creative intensities of two peopele that have completion as one inseperable artistic identity. Vanda and Nuno are one in multiplicity, they are vandanuno.
His fiel of imanence, of work, is construted in an equilibrium of conections between intuitive and reflexive thought, between techné and epiteme, between art and life, This connections establishes an rizomatic grid of multiplie and varied coordenates, which are organized in a fertile field of consistent creative multidisciplinarity, that chalenges and tease at a multisensory regime.
It`s name without a capital letter, vandanuno, denounces the rejection of a supremacy of exterior determinations, of molar intermediations. This is the conventioned rules of language are subverted into a new creation, not rejected. The conventioned elements of language are elements to mold and use, removed from their status of determinators by convention. This molar elements that establish our lives in society are transformed in artistic instruments.
We see in vandanuno work one artistic laboratory managed by an epistemologist that is an artist. Becaused of this the laboratory works in a pre-linguistic stage, and in a pre-individual, by removing the constrainsts of the convencioned by society, the molar.
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| Homenagem a Hermínio da Palma InácioEnviado por: Rui Hortelão - 25-01-2013 23:54 |
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Palma Inácio vai ter monumento no Porto
A Câmara do Porto, liderado por Rui Rio, já aprovou o projeto que celebra a fuga do "herói romântico" da prisão, de 7 para 8 de Maio de 1969, e para o qual os seus mentores procuram agora recolher os fundos que permitam erguê-lo no Largo Soares dos Reis. Segue a transcrição de uma notícia da época sobre mais uma evasão de Hermínio da Palma Inácio de uma cadeia e o texto com que os organizadores desta iniciativa estão a tentar sensibilizar todos os portugueses para uma contribuição, por pequena que seja. Porque, tal como na resistência à ditadura, todos os contributos contam!
PIDE OFERECE 50 MIL ESCUDOS POR INFORMAÇÃO DO SEU PARADEIRO
No Plenário do Porto
Nove acusados de pertencerem à organização L.U.A.R. (Liga de União e de Acção Revolucionária), presos em Agosto do ano findo, quando entravam clandestinamente pela fronteira do Nordeste transmontano, acabaram de ser julgados no Plenário do Porto. (…) Faltou o réu principal, Hermínio da Palma Inácio, de 47 anos, industrial de reparação de aviões, residente em Paris, que, como se sabe já, se evadiu das prisões da Polícia Internacional e de Defesa do Estado.
Diário de Lisboa, 8/5/1969
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| Exposição "DIMITRI JELEZKI"Enviado por: Colorida Art Gallery - 24-01-2013 18:19 |
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Exposição “DIMITRI JELEZKY”
Dimitri Jelezky utiliza técnicas tradicionais e experimentais para criar trabalhos surrealistas, com temas místicos, em algum lugar entre a abstração e a Pop-Art. O artista experimenta contrastes e texturas em busca do inesperado. Sua arte surge de idéias totalmente soltas, livres, transitando entre o abstracto e o figurativo.
Dimitri Jelezky nasceu na Sibéria, Rússia, actualmente vive em trabalha em Hamburgo, Alemanha.
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| Exposição "Poesia da Senescência"Enviado por: Centro Português de Fotografia - 17-10-2012 09:56 |
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Exposição "Poesia da Senescência"
no Centro Portruguês de Fotografia
Bernardino Castro
O desafio de alterar a mentalidade e promover uma cultura de envelhecimento ativo é descobrir o reconhecimento e contributo dos idosos para a sociedade, desconstruir estereótipos existentes e fomentar a solidariedade entre gerações.
A poesia nesta exposição é a mensagem passada pela imagética sem recurso à palavra através da luz dos olhares dos fotógrafos.
A linguagem poética da vivência geracional plasmada na linguagem fotográfica de diferentes perspetivas, lembra as memórias passadas e arquivadas mas que retomam a imaginação e perceção de toda uma vida.
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| Museus, tirania e Fundações em PortugalEnviado por: hugodel - 03-10-2012 14:14 |
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O sem-fim dos Mausoléus de Arte e a destruição total da Museologia em Portugal?
Muitos Museus e Fundações com espólio de arte embora tendo possibilidades de exercício de uma função pública de divulgação da história da arte, da conservação do património cultural-artístico e formação da população para a sua identidade cultural revelam-se incapazes de o fazer, digo mesmo são impossibilitadas pelo lobby que controla a maior parte destes organismos, o lobby da “Generala”.
São instituições que, no caso das Fundações, os seus estatutos foram mal concebidos, mais em concreto, foram concebidos em função de uma ideologia da General, assente no conceito de Museu-Mausoléu, resguardado das suas mais elementares funções de projecção, divulgação e formação activa. Estão assentes em princípios de que por existirem e serem de arte estão à margem de tudo o resto, numa redoma social de um elitismo obscuro e obsoleto, que se reveste de uma institucionalidade de Antigo Regime. Nesse regime, a Arte é privada do seu povo e o seu povo é privado da sua Arte. Estas fundações e Museus, segundo este regime, devem ser subvencionados pelo estado simplesmente porque sim, porque a “Generala” deu o seu aval, porque existem- independentemente do serviço prestado e como é prestado à Arte e à sociedade. Neste contexto a constituição das equipas e direcção destas instituições por um ciclo, não de mérito, de amizade.
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| Mimmo Paladino e a TransvanguardiaEnviado por: vítor - 03-10-2012 13:35 |
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Mimo Paladino e a afirmação do Neo Expressionismo Italiano
Vítor Hugo D. N. Leal
Artista filiado na corrente da Transvanguarda, Mimmo Paladino desenvolveu toda a sua procedente obra a partir das premissas exaradas na tela de 1977, acima referida, silenciosa, numa harmoniosa relação tácita com o mundo e os objectos que o compõem, num entendimento primordial, forjado pela imemorial harmonia arcaica da cultura greco-romana, presente na sua iconografia. Uma reconciliação nietzsheana, entre a sensibilidade e o intelecto, entre o dionisíaco e o apolíneo.
Ao longo dos anos oitenta, período da Transvanguarda Quente, a sua obra avançou em manifestações marcadas pelo totemismo, por uma relação primordial, num caminho mais profunda da mitologia, usando superfícies de ingentes dimensões, com grande impacto visual, com variadas técnicas, como a incisão, com o intuito de expressar o mundo interior, um olhar crítico, indo para além, das vanguardas históricas, particularmente do pós-guerra, caso da Escola de Nova Iorque – Expressionismo Abstracto – onde o uso de telas de grandes formatos, a expressão do interior, a relação totémica com a mitologia e a terra nativa (os Índios Norte-Americanos). A ligação totémica é feita pela via da matriz greco-romana e etrusca, numa relação, que a Escola de Nova Iorque havia abolido, entre a figuração e a abstracção, entre o apolíneo e o dionisíaco, entre o onírico e a pulsão primordial, onde se encontram reflexões sobre a vida e a morte nos seus mistérios cativantes. Introduzindo nas telas elementos tridimensionais, objectos, num encontro coeso entre modernidade elegante e arte povera, um ciclo de telas polimatéricas que se prolonga até ao início da década de 90. Ainda que, entre 1977 e 1980 o seu trabalho seja caracterizdo por telas Moncromáticas.
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| Matisse’s Acanthes: the largest conservation projectEnviado por: nic - 14-09-2012 18:17 |
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The three-year project for the conservation
of Henri Matisse’s Acanthes
Fondation Beyeler (Short Media Release) - After a process of art historical investigation and conservation lasting three years, the Fondation Beyeler has successfully concluded the largest conservation project in its history. Since 2009 the Fondation Beyeler, in collaboration with the international art insurers Nationale Suisse, has been working on a scientific investigation of Henri Matisse’s Acanthes (1953, 311.7 x 351.8 cm), a major work in the artist’s series of large-format papiers découpés. The groundbreaking results of the project were presented to the public today.
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| 50º aniversario del nacimiento de FluxusEnviado por: vanda guerreiro - 31-08-2012 20:19 |
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Fluxus to the People en Reina Sofía
Reina Sofia - El Museo Reina Sofía presenta, a partir del 21 de septiembre, Fluxus to the People, un programa multidisciplinar que aproximará al público a uno de los movimientos artísticos, musicales y literarios más importante surgido desde la década de los sesenta. Arranca en 1962 de la mano del artista George Maciunas y se declara contra el objeto artístico tradicional como mercancía proclamándose a sí mismo como el “antiarte”.
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